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Monga a mulher gorila

A Monga foi um dos primeiros brinquedos de terror em parques de diversão e circos, fazendo muito sucesso pelo mundo todo!!!

O que poucos sabem é que o brinquedo foi baseado numa história real! A Monga era uma índia do México chamada Julia Pastrana. Ela tinha uma doença conhecida como hipertricose que faz com que os pelos do corpo todo cresçam D+. Então a garota foi comprada, possivelmente da mãe, por um circo dos horrores. Lá ela tocava instrumentos musicais e era apresentada como uma das aberrações. Esse tipo de circo fazia sucesso nos anos 60 pelo mundo todo. A Monga fazia um sucesso incrível, o dono do circo se casou com ela.




Julia teve um filho que tinha a mesma doença, mas ele morreu poucas horas depois de nascer, Julia tb morreu por complicações no parto. Depois de morta o Dono do circo mumificou o filho e a esposa e continuou a apresentar a monga nos espetáculos de Freakshow.
Diz a lenda q ela foi vendida pra Rússia tempo depois, mas seu marido enloqueceu e comprou o corpo de volta. Fato é q ele acabou louco e a Monga foi proibida de ser exibida em apresentações. Hj o corpo de Julia e de seu filho estão em um museu da Noruega.



Com o sucesso da lenda da Monga nasceu um brinquedo nos parques de diversões que se espalhou pelo mundo todo. Nele você podia ver uma linda mulher normalmente de biquíni e até nua as vezes se transformar num gorila terrível. Ele se soltava das grades os correntes e corria atrás do publico! Os efeitos especiais da transformação eram fantásticos pra época então a monga era obrigatória em qualquer parque ou circo!!!



A monga nunca deixou de existir é fácil axar apresentações dela em parques de cidades pequenas, e atualmente o Playcenter em São Paulo recriou todo o mistério da MONGA!

ELA VOLTOU! Com esse slogan o Playcenter mostra no parque toda a "história" da mulher que vira a criatura e te convida para ver a transformação ao vivo!!! eai...



TEM CORAGEM ?



Aqui temos um video de como é a Monga em um parque numa cidade do interior de SP:


Mais o pesadelo não acabou....


As Atrações mais assustadoras dos EUA

Não é segredo pra ninguém q eu adoro Terror como diversão. E nada melhor do que isso que as casas mal assombradas de parques de diversões. Aqui no Brasil temos muito pouco disso, apenas algumas edições no fim do ano, concentradas em SP.

Mas nos EUA tem parques totalmente temáticos para o terror. Lá a diversão de terror é levada a sério. Então cada vez que acho uma casa dessas eu gosto de trazer aqui pra mostrar no MEDO B.

Hj eu achei as 4 Atrações mais assustadoras dos EUA... E estou começando a achar q a coisa está passando o limite da brincadeira...


4. House of Shock

"Há muitas coisas que nos fazem se destacar das outras atrações. Nós fazemos um show elaborado antes de você entrar, que apresenta uma história de Bem vs. Mal. O show combina uma projeção de luz e vídeo de alta tecnologia, atores e acrobatas e MUITOS efeitos pirotécnicos. Todo o paco de 40' consumido nas chamas do inferno! Nosso tema também é muito ocultista/Satânico, temas que as outras casas assombradas preferem evitar. Nós nos auto-proclamamos a "Casa Assombrada Interativa" o que significa que o consumidor pode virar parte do ato e toques acidentais podem e vão ocorrer."




[leiamais]
3. CASA ASSOMBRADA EM NYC

O medo do desconhecido é o que torna esta atração única.
As instruções a seguir foram retiradas do site da casa, para maiores informações:

“Ninguém menor de 18 anos é permitido. E você não tem outra escolha a não ser andar sozinho pela casa.

Aviso: A Casa Assombrada é uma experiência interativa intensa, que dura aproximadamente 20 minutos por pessoa. Você não apenas anda - você vive o momento. E, sim, você será tocado.”

“1. FIQUE NO CAMINHO MARCADO O TEMPO TODO.
2. VOCÊ ESTARÁ SUJEITO A ALGUMAS AÇÕES (i.e. “sente-se”, “pare”, “ande”).
POR FAVOR, FAÇA EXATAMENTE O QUE FOR DITO. ISSO É PELA SUA SEGURANÇA.
SE VOCÊ NÃO SEGUIR AS INSTRUÇÕES - VOCÊ SERÁ CONVIDADO A SE RETIRAR.
3. NÃO TOQUE NOS ATORES
4. NÃO TOQUE NAS PAREDES
5. NÃO É PERMITIDO CONVERSAR DENTRO DA CASA.
ENTRETANTO, VOCÊ PODE GRITAR O QUANTO QUISER.
6. VOCÊ DEVE USAR A MÁSCARA PROTETORA E CARREGAR SUA LANTERNA DURANTE TODO O TEMPO.
(Nós vamos oferecer ambos os itens para você. Por favor, não traga seus próprios itens)
7. VOCÊ SERÁ INSTRUÍDO A RETIRAR SEUS SAPATOS E MEIAS. POR FAVOR, FIQUE PREPARADO PARA FAZÊ-LO.
8. VOCÊ DEVE ANDAR SOZINHO.”

Se você precisar de assistência médica enquanto estiver andando na casa e precisar sair, por favor grite a palavra "SEGURANÇA" o mais alto que puder. Fique onde você estiver, fique calmo, e alguém virá para levá-lo para fora. Uma vez que você chamou a "SEGURANÇA", não há reembolso e não há outra opção senão sair.

Uma casa assombrada tão maluca que você deve usar uma máscara protetora!

Video promo:



2. PESADELO DE UMA NOITE DE VERÃO (N/T: Parece idiota, mas é a tradução oficial da frase em inglês, por causa da brincadeira com o título A Midsummer Night’s Dream - Sonhos de Uma Noite de Verão, de Shakespeare).

Uma atração que é apenas para convidados, e você precisa ser maior de 18 anos!



Isso não é um filme de terror, isso é real! Você tem que viver a experiência!


1. MORTE

Morte é um evento assombrado que é ilegal para praticamente todo mundo. Não tem uma localidade específica. Pode acontecer onde quer que você seja instruído a ir. O texto que se segue é de um repórter que participou da experiência.
TD Mischke da City Pages
“Depois de comparecer, eu pude ver o porquê. Eu estava esperando entrar em um galpão abandonado, ou em uma casa desocupada, mas eu encontrei algo bem diferente das casas assombradas tradicionais. Depois de receber uma dica anônima me alertando o local e a hora, eu cheguei em uma intersecção no nordeste de Minneapolis, encontrando um terreno vazio. Eu mal havia saído do meu carro quando três homens grandes com máscara apareceram por trás de mim e jogaram um capuz sobre a minha cabeça, e me levaram até o porta-malas de um sedan. Os auto-falantes do banco de trás estavam explodindo com heavy metal, e no porta-malas, junto de mim, estava o que parecia ser uma ovelha ou um bode, recentemente morto.
Não mais assustado do que enojado e irritado, eu fui logo protestando que aquele não era o acordo que eu e Speece havíamos feito quando eu prometi participar de sua apresentação e possívelmente escrever um artigo sobre isso. Minhas reclamações foram ignoradas.
Quando o carro parou 20 minutos depois, eu fui puxado para fora do porta-malas. O capuz que eu havia retirado da minha cabeça estava de volta ao seu lugar. Meus pulsos e tornozelos foram amarrados com faixas de plástico, e eu fui colocado no chão ao lado do carro. A música foi desligada, e tudo que podia ouvir era o som de uma pá sendo empurrada contra o solo, como se um buraco estivesse sendo cavado. Ninguém no grupo soltou uma palavra.
Alguns minutos mais tarde, um outro carro parou por perto, e eu ouvi algo sendo descarregado. Eu percebi que era um caixão de madeira quando os três homens me carregaram para dentro dele e o fecharam. O tempo todo eu estava irritado, dizendo para a equipe que não haveria mais coluna, apenas uma ligação para a polícia. Eu gritei que se Speece era um dos envolvidos, a chance dele conseguir alguma publicidade de graça estava sendo arruinada. Eu nunca recebi uma resposta.
Nesse momento, o medo começou a me apertar e, embora eu estivesse perdendo a razão, comecei a me preocupar que aquilo não fosse mais um jogo, ou um passeio fictício de terror. Eu achei que tivesse entrado dentro de uma armadilha de alguma pessoa perturbada. Eu estava suando e meu coração batia forte.
O caixão estava sendo colocado dentro do buraco no chão, e eu ouvi terra sendo jogada por sobre o esquife enquanto os sons da superfícia ficavam abafados.
Eu comecei a chorar.
Eu não sei quanto tempo eu fiquei ali, talvez 15 minutos. Pareceu ser uma eternidade. Eu não sei como conseguia respirar. Eu só sei, depois de um tempo, que comecei a ouvir o som das pás mais uma vez, e eu fui puxado do buraco e retirado do caixão.
Os homens me levaram de volta, cabeças ainda cobertas. Vi meu carro à 20 metros de distância. As chaves estavam na ignição. Um bilhete no volante dizia “Vivo”.
Eu nunca mais ouvi falar do Speece depois disso.”


Quer brincar ?


Aproveitando o post, vai sair um novo filme sobre parque de diversões!!!



A Verdadeira História por trás de "O Exorcista"

Eai pessoal, hoje falarei sobre o caso do exorcismo de Mount Rainier, ocorrido em 1949, que inspirou o livro "O Exorcista" de William Peter Blatty que posteriormente se tornou filme, um dos maiores clássicos do Terror.
Cena do filme "O Exorcista"

Tudo começou em Janeiro de 1949, e envolveu um rapaz chamado Robert (não é seu nome verdadeiro, pois sua identidade foi protegida, mas muitos o chamam de Robert ou Robbie) ,que vivia com os seus pais e avó em Mount Rainier, no estado de Maryland, subúrbio de Washington DC. Robert gostava muito de sua tia que lhe ensinou a mexer na tábua ouija (muitos conhecem uma variação desse "jogo", a brincadeira do copo ou do compasso por exemplo).

Após a morte dessa tia, ele começou a usar a tábua no quarto da avó para se comunicar com a tia, cada vez mais até começar a ficar obcecado. Foi então que começaram as primeiras manifestações... primeiro sons de uma torneira pingando, depois começaram a ouvir barulhos de alguém arranhando a parede. O pai de Robert começou a achar que eram ratos, só começaram a recear pela vida do filho quando a cama e a cadeira onde o menino se sentava se mexiam sozinhas. Objetos se moviam sozinhos, os quadros na parede se mexiam, um vaso voou contra uma parede, uma cadeira arrastou-se de um lado a outro da sala. O próprio Robert começou a ter pesadelos e a mudar: começou a ficar zangado, inquieto, começou a chorar muito. Levaram o menino a fazer testes mentais, que não deram em nada.

Robert passou por 2 rituais de exorcismo, seus pais estavam convencidos que o garoto estava tomado pelo Demônio. E convencido também estava um padre quando tentou livrar o garoto do espírito conduzindo um exorcismo em um hospital local. Enquanto o padre proferia as palavras "livre-nos do mal" o garoto debateu sua mão livrando-se das correias que o prendiam e com um pedaço solto da cama, atacou o padre, que precisou de mais de 100 pontos para o corte provocado em seu braço. Isto foi apenas uma parte do processo de 4 meses que durou de janeiro à abril de 1949.

Mandaram Robert devolta para casa. Em casa, começaram a aparecer cortes pelo seu corpo, como que palavras. A mãe ao vê-lo, horrorizada, viu em sua barriga a palavra "Saint Louis", e pergunta se é para lá que têm de ir, novamente aparece outra palavra "YES". Vão para a casa de um primo, que liga imediatamente para um estudioso jesuíta que na época tinha 27 anos,Walter Halloran, que aceita vê-lo.

Padre Walter Halloran

Ao entrar no quarto de Robert, novamente recomeçam os fenómenos: O menino grita, objetos voam, um jarro de água bate na parede. Robbie muda de personalidade, torna-se diabólico. No peito aparecem rasgões em zig-zag e num ombro um desenho da cara do Diabo. Walter Halloran Liga para Thomas Bowdern e o chama para ajuda-lo com o ritual. Assim que começam o ritual, Robert torna-se violento. Cospe (de acordo com Walter Halloran, "o garoto cuspia com precisão e acertava seu corpo a 1,5 metros"), uiva e grunhe. A cama sobe e desce. Diz palavras obscenas, e ri.

Padre Thomas Bowdern
A possessão de Robert acontecia à noite, ele se debatia selvagemente, praguejava e cuspia nos padres, e durava até o nascer do sol. Os cortes que apareciam no peito do garoto eram ainda mais sinistros, parecendo rabiscou ou arranhões feitos por espinhos, onde as palavras INFERNOe ÓDIO podiam ser lidas em sangue. Os padres rezavam quase continuamente em latim, pois acreditavam que isto iria apressar Cristo que iria confrontar o Diabo. No domingo de Páscoa de 1949, depois de 24 noites, Robert se recuperou. Abriu seus olhos e disse, "Ele se foi".

Jornais da época chegaram a noticiar o caso

Allen localizou Robert, agora um homem casado com mais de 60 anos e com seus próprios filhos. Sua conclusão foi que Robert foi uma inocente vítima do horror... de um evento estranho e incompreensível, cujas raízes culturais e psicológicas são mais profundas que as do cristianismo.


+ O Livro
William Peter Blatty, antes de escrever seu livro, contatou o padre William Bowdern, um dos envolvidos no caso de 1949, mas o mesmo havia prometido proteger a família e recusou-se a dar qualquer detalhe do caso. Contudo, Bowdern mantinha um diário durante o ocorrido, e uma cópia deste diário, por meio do padre Walter Halloran, caiu nas mãos do escritor Thomas Allen em 1986. De acordo com Thomas Allen, o diário do padre Thomas Bowdern do caso de 1949, lista 9 padres jesuítas que testemunharam Robert sendo possuído. Allen também descobriu um relatório da Igreja sobre exorcismo que foi assinado por 48 testemunhas.

+ Mistérios
Duas questões devem permanecer um mistério para a maioria das pessoas. O nome do garoto e o endereço da casa em Mount Rainier onde ele morou. Segundo fontes iniciais, o endereço seria na esquina da Bunker Hill Road com 31st Street. Supostamente, após a mudança da família, a casa mostrou-se "invendável" e foi utilizada pelo Corpo de Bombeiros local como local de treinamento, não admirando ter sido queimada totalmente. Após 25 anos, a prefeitura utilizou o terreno para construir uma praça.

A Lenda do site Blind Maiden (www.blindmaiden.com)

Essa lenda é da Espanha ou de algum país que fala espanhol, só achei informações sobre ela em espanhol...

É a lenda de um site macabro conhecido como Blind Maiden(Dama Cega).


Talvez vc clique e não consiga entrar na página... Para entrar no site você tem q cumprir 3 requisitos:

1- Estar completamente sozinho

2- Tem que estar com todas as luzes apagadas

3- Entrar exatamente a Meia Noite (00:00)


Segundo a lenda, fazendo isso você consegue entrar em uma página bizarra, que vai te levar a uma experiência de absoluto TERROR.
Você deve ficar atento com os 5 sentidos e tomar muito cuidado para não clicar errado.
No site aparecem as palavras "Yes(sim) ou No(Não)".

Se você apertar NO(não), estará salvo da maldição, mas se apertar YES(sim) ai não tem mais saída...

Na tela do pc vai aparecer um video filmando ao vivo de dentro da sua casa. O video vai passar pela sua sala, cozinha, banheiro, quarto até chegar atrás de você. Você vai se ver, e pode até mexer o braço pra ver que é você mesmo.
Você vai encontrar a Dama Cega, ela vai arrancar os seus olhos e filmar sua cara de horror, e você passará a fazer parte da galeria de imagens do site.



Tem um boato de que um garoto apertou sim, e diz que viu uma garota muito linda se aproximando falando algo que ele não entendia, então quando a garota se aproximou ela ficou horrível, ele saiu correndo e caiu. A garota achou q ele havia morrido e foi embora...


Aqui tem um video demonstrativo da lenda em espanhol, pra quem souber:



Quem quiser ter uma experiência absoluta de terror entre...


A Lenda de uma pessoa enterrada viva

A maioria das pessoas já ouviu essa lenda de algum lugar... É a lenda que mexe com um dos maiores MEDOS do homem... Ser Enterrado Vivo!



Minha tataravó, doente já há algum tempo, finalmente faleceu após um coma que durou vários dias. Meu tataravô ficou devastado de um jeito quase inimaginável, pois ela era seu verdadeiro amor e eles haviam sido casados por mais de 50 anos. Eles tinham sido casados por tanto tempo que parecia que conheciam os pensamentos mais profundos um do outro.

Depois que o médico anunciou que ela estava morta, meu tataravô insistiu que ela não estava. Eles tiveram que literalmente arrastá-lo para longe do corpo para poderem prepará-la para o sepultamento.

Naquela época, eles tinham túmulos no quintal e não drenavam os fluidos do corpo. Simplesmente preparavam um caixão apropriado e baixavam o corpo (e o caixão que o continha) para seu descanso final. Durante esse processo, meu tataravô protestou com tanta força que ele teve que ser sedado e colocado em sua cama. Sua esposa foi enterrada e assim ficou.

Aquela noite ele teve uma visão horripilante de sua esposa tentando histericamente arranhar seu caminho para fora do caixão. Ele ligou para o médico imediatamente e implorou para que o corpo de sua mulher fosse exumado. O médico recusou, mas meu tataravô teve esse pesadelo todas as noites por uma semana, cada vez implorando freneticamente para que sua esposa fosse removida da cova.

Finalmente o médico desistiu, e junto com as autoridades locais, exumou o corpo. O caixão foi arrombado, e para o espanto e horror de todos, as unhas da minha tataravó estavam quebradas e havia marcas sangrentas de arranhões por todo o interior do caixão.

wendigo


Wendigo (também conhecido como Windigo, Windago, Windiga, WitikoWihtikow e outras variações) é uma criatura folclórica que faz parte da mitologia do povo indígena da América do Norte, os Ojíbuas. De acordo com a mitologia, o Wendigo é formado a partir de um humano qualquer, que passou muita fome durante um inverno rigoroso, e para se alimentar, comeu seus próprios companheiros. Após perpetuar atos canibais por muito tempo, acaba se tornando este monstro e ganha muitos atributos para caçar e se alimentar, como por exemplo, poder imitar a voz humana, escalar árvores, suportar cargas muito pesadas, e, além disso, tem uma inteligência sobre humana. O Wendigo também tem a capacidade de hibernar por anos, e para suportar os invernos, estoca suas vítimas em cavernas subterrâneas onde as devora lentamente por seu metabolismo ser lento. De acordo com a mitologia indígena, para destruir um Wendigo é preciso queimá-lo, pois segundo os indígenas, Wendigo tem um corpo sobre humano também que lhe permite sobreviver a qualquer tipo de ferimento inconstante.

Na mitologia Algonquians

O Wendigo é parte dos sistemas de crenças tradicionais de várias tribos Algonquians, falando no norte dos Estados Unidos e Canadá, mais notadamente os Ojibwa / Saulteaux, a Cree, e os Inuits / Naskapi / Montagnais. Descrições Embora variem pouco, comuns a todas estas culturas foram à concepção de Wendigos como malévolo, canibais, seres sobrenaturais (Manitous) de grande poder espiritual. Eles estavam fortemente associados com o inverno, o Norte, e frieza, bem como com a fome e a inanição.Brasil Johnston, um professor Ojibwa e estudioso de Ontário, dá uma descrição de como Wendigos eram vistos:

"O Wendigo é muito magro e muito alto, a pele ressecada colada sobre os seus ossos. Com os seus ossos empurrando-se contra a sua pele, sua pele cinza, cinza da morte, e seus olhos empurrados profundamente em suas órbitas, o Wendigo parecia um esqueleto descarnado recentemente desenterrado do túmulo. O que ele tinha de lábios foram rasgados e sangrentos [...] impuros e que sofrem de supurações da carne, o Wendigo exalava um odor estranho e misterioso de decadência e decomposição, da morte e da corrupção. "

Ao mesmo tempo, Wendigos eram personificações da gula, ganância e excesso, nunca satisfeito após o abate e consumo de uma pessoa, eles estavam constantemente à procura de novas vítimas. Em algumas tradições, os seres humanos que se tornaram dominados pela ganância podem virar Wendigos; o mito Wendigo, assim, serviu como uma forma de incentivar a cooperação e moderação.



Entre os Ojibwa, Eastern Cree, Westmain Swampy Cree, e Innu / Naskapi / Montagnais, os Wendigos foram dito seres gigantes, muitas vezes maiores do que os seres humanos (uma característica ausente do mito Wendigo em outras culturas Algonquians). A explicassão para isso seria que como não podiam voltar a sua forma natural de humanos e engordar, no lugar disso eles cresciam e ficavam mais magros, pois sua fome sempre aumentava, por eles serem seres insaciáveis e que representam a gula e a ganância.

Todas as culturas em que o mito Wendigo apareceu compartilharam a convicção de que os seres humanos só poderiam se transformar em Wendigos se eles recorrerem ao canibalismo ou, alternativamente, for possuído por um espírito demoníaco de um Wendigo, muitas vezes em um sonho. Uma vez transformado, uma pessoa pode se tornar violento e obcecado por comer carne humana. A causa mais freqüente de transformação em um Wendigo foi que a pessoa recorreu ao canibalismo, consumindo o corpo de outro ser humano, a fim de não morrer de fome durante um momento de extrema dificuldade, ou a própria fome.

Entre as culturas do norte Algonquians, canibalismo, mesmo para salvar a própria vida, era visto como um crime grave, a resposta apropriada à fome foi suicídio ou a renúncia à morte. Em um nível, o mito Wendigo, assim, trabalhou como um fator de dissuasão e uma advertência contra a recorrer ao canibalismo; aqueles que se tornariam monstros Wendigos em si.

Entre os Assiniboine, a Cree e os Ojibwa, uma dança satírica cerimonial foi apresentado originalmente durante tempos de fome para reforçar a seriedade do Mito Wendigo. A dança cerimonial, conhecido como um “wiindigookaanzhimowin” em Ojibwe e hoje realizada como parte das atividades do último dia da dança do sol, envolve usando uma máscara e dançando sobre o tambor para trás. O último conhecido Wendigo cerimônia conduzida nos Estados Unidos foi em Windigo Lake of Star Ilha de Cass Lake, localizado dentro da Reserva Indígena Leech Lake, em Minnesota do norte.

O termo "psicose Wendigo" refere-se a uma condição em que pessoas sofrem e desenvolvem um insaciável desejo de comer carne humana, mesmo quando outras fontes de alimento estavam disponíveis, muitas vezes como resultado de canibalismo antes de se ter fome, psicose Wendigo é identificado por psicólogos ocidentais como uma "síndrome cultural", apesar de os membros das comunidades aborígines em que existiu acreditava literalmente casos envolveram indivíduos transformando-se em Wendigos. Essas pessoas geralmente reconheceram estes sintomas no sentido de que eles estavam se transformando em Wendigos, e muitas vezes solicitado para ser executado antes que pudessem prejudicar os outros. A resposta mais comum quando alguém começou a sofrer de psicose Wendigo foi curar as tentativas de curandeiros tradicionais indígenas ou ocidentais médicos. Nos casos incomuns. Os casos de psicose Wendigo, embora reais, eram relativamente raras, e era ainda mais raro ainda que eles executassem do sofredor.

Um dos casos mais famosos de Wendigo psicose envolveu um caçador Plains Cree de Alberta, chamado Swift Runner. Durante o inverno de 1878, Swift Runner e sua família estavam passando fome, e seu filho mais velho morreu. Dentro de apenas 25 milhas do abastecimento alimentar de emergência em um post Hudson's Bay Company, Swift Runner massacrou e comeu a esposa e cinco filhos restantes. Tendo em conta que ele recorreu ao canibalismo tão perto de abastecimento de alimentos, e que ele matou e consumiu os restos de todos os presentes, foi revelado que a Swift Runner não foi um caso de canibalismo puro como um último recurso para evitar a fome, mas sim de um homem sofre de psicose Wendigo. Ele acabou confessando e foi executado pelas autoridades, em Fort Saskatchewan. Outro caso famoso envolvendo psicose Wendigo foi a de Jack Violinista, um Oji-Cree chefe e shaman conhecido por seus poderes de derrotar Wendigos. Em alguns casos isso implicava eutanásia em pessoas que sofrem de psicose Wendigo, como resultado, em 1907, violinista e seu irmão José foram presos pelas autoridades canadianas para o assassinato. Jack cometeu suicídio, mas Joseph foi julgado e condenado à morte.

Fascinação com Wendigo psicose entre etnógrafos ocidentais, psicólogos, antropólogos e levou a uma controvérsia debatida na década de 1980 sobre a historicidade do fenômeno. Alguns pesquisadores argumentaram que a psicose Wendigo foi essencialmente uma invenção, o resultado de antropólogos ingênuo tendo histórias relacionadas a eles no valor de face.Outros, no entanto, apontaram para um número de relatos de testemunhas credíveis, tanto por Algonquians e pelos ocidentais, como prova que a psicose Wendigo foi um fenômeno fatual histórico.

A freqüência de casos de psicose Wendigo diminuiu acentuadamente no século 20.Embora não haja provas materiais que sugerem que a psicose Wendigo existisse, uma série de perguntas sobre o seu estado continuam sem resposta.

Enquanto Wendigos têm sido referidos na literatura por muitas décadas (mais notavelmente em 1910 Algernon Blackwood's story "The Wendigo", que apresenta a lenda da ficção de horror, o conhecido locked-Rim quarto mistério do poço por Pescada Talbot (1944), onde é sugerido que o assassino é um Wendigo, e no romance de Stephen King Pet Sematary), recentemente a mitologia Wendigo tem apresentado com freqüência em filmes e televisão, incluindo os filmes Wendigo, Ravenous, Ginger Snaps Back, e Frostbiter: Wrath of the Wendigo, e nos episódios da série de televisão Charmed, Supernatural, Blood Ties, e Fear Itself.

Wendingo representado fielmente na série Supernatural